Se há uma coisa que eu não gosto, é a criação de ideais. Para tudo, há um ideal, que nos é incutido, desde nossa formação: ideal social, ideal de corpo perfeito, ideal de status social, ideal de relacionamento... Ideais, ideais, ideais... Apenas ideias que pais passam, involuntariamente, para os seus filhos, perpetuando a crueldade que esses ideais trazem, quando não atingidos.
A moda era das gordinhas
Passou para as magrelas...
E hoje, se você não se encaixa nos padrões dos "figurantes de palco" de um programa de um canal aberto, de nível cultural duvidoso..
Ah, você tem que se esforçar muito pra atrair os olhares. Porque sempre vai ter um ou outro que vai olhar pro seu interior, mas antes disso, poucos serão os que estão interessados no seu psiquê!
Se você não consegue modificar seu status financeiro, no mínimo, sempre vai ter um parente que "lamentará" pela sua condição, porque ele sim, conseguiu pular algumas "classes", e independe da forma que isso foi conquistados. As pessoas, nesse caso, não se importam apenas em brindar a vitória de uns, mas em focar no "não tão bem sucedido" dos outros. Criticados, subjugados, como se não bastasse o tanto de esforço feito para, pelo menos, se manter.
E no amor... Ah, o amor! Relacionamentos idealizados o tempo inteiro...
Seremos plenamente felizes, apenas depois de encontrarmos a alma gêmea, a metade da laranja, aquele que nos completa. Completar? Até onde eu sei, não nasci "incompleta"... Veio tudo aqui, certinho!!!
O que não veio certo foi essa mania feia de querer seguir ideais criados por quem eu não tenho a mínima ideia de quem seja! Não é culpa minha, nem dos meus pais, nem dos seus... De ninguém! Ninguém que eu conheça, você conheça... E lutar contra um inimigo invisível é complicado!!!
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
Falar x Escutar. Vê quem sabe enxergar...
Ultimamente, venho muito aqui para desabafar, falar o que me incomoda, interiormente... E, sinceramente? Falar aqui, às vezes, surte mais efeito do que me desgastar, tantas vezes, pelo mesmo motivo, com as pessoas.
Por que insistir tanto no mesmo erro? As pessoas têm prazer em errar, em se manter no erro, mesmo depois de tanto advertidas?
O que é que há, minha gente? Vamos abrir um pouco mais as nossas mentes para o que as outras pessoas, principalmente às que consideramos ser inteligentes, sensatas, pensam. Seguir um ou outro conselho não dói! Não mata, e se comprovado que é válido, torna as nossas vidas muito mais felizes e com menos problemas.
Por que insistir tanto no mesmo erro? As pessoas têm prazer em errar, em se manter no erro, mesmo depois de tanto advertidas?
O que é que há, minha gente? Vamos abrir um pouco mais as nossas mentes para o que as outras pessoas, principalmente às que consideramos ser inteligentes, sensatas, pensam. Seguir um ou outro conselho não dói! Não mata, e se comprovado que é válido, torna as nossas vidas muito mais felizes e com menos problemas.
Falar é muito bom!! É uma dádiva, e um presente que nos foi dado. Podemos nos comunicar perfeitamente, falar várias línguas... Mas, muito mais importante que falar, é ouvir... É saber ouvir! Hoje, muitas pessoas sabem falar, falam demais. Porém, quando chega a vez de usarem o sentido da audição, muito me parece que as pessoas, simplesmente, fecham suas mentes, abstêm-se dos sentidos, e fingem que aquilo não é com elas.
Por tal motivo é que, hoje, venho aqui pra desabafar... Eu já fiz a minha parte, dei o meu conselho, adverti, falei. Mas a pessoa não quer escutar, finge que não vê que há um problema iminente... Pode até ser por ingenuidade, mas, na boa? Com a idade que temos hoje, não cabe mais ingenuidade. A verdade está aí e aqui, pra quem quiser ver.
Falando nos sentidos, pior cego é aquele que não quer enxergar... E se depois de tantos avisos, é esse o papel que a pessoa quer assumir, eu lavo as minhas mãos!
sábado, 16 de fevereiro de 2013
Tá difícil até de respirar
Toda essa dor corrói
Por que tão ruim, gostar?
Complicando a saudade que dói.
A voz prestes a embargar
e as forças que não respondem mais
A fraqueza faz a perna bambear
Uma vontade de me isolar, no cais.
Observar o mar, me acalmar
Sentir a brisa tocar meu rosto
Andar de moto, gargalhar
Ir de encontro ao sentimento de gozo
E sonhar, apenas sonhar
Deitar e dormir tranquilamente
Deligar a cabeça e deixar de pensar
E deixar viver, sem peso na mente.
Toda essa dor corrói
Por que tão ruim, gostar?
Complicando a saudade que dói.
A voz prestes a embargar
e as forças que não respondem mais
A fraqueza faz a perna bambear
Uma vontade de me isolar, no cais.
Observar o mar, me acalmar
Sentir a brisa tocar meu rosto
Andar de moto, gargalhar
Ir de encontro ao sentimento de gozo
E sonhar, apenas sonhar
Deitar e dormir tranquilamente
Deligar a cabeça e deixar de pensar
E deixar viver, sem peso na mente.
Desabafo
Há uns dias, comecei a escrever sobre uma foto que me fez lembrar o início de um relacionamento, que mantenho até então, com uma esperança tola de que dê certo!
Toda uma casca, todo um trabalho psicológico, para que se criasse um sistema de auto-defesa, sobre não criar expectativas, para evitar prováveis frustrações, se desfazendo. Hoje, estou me sentindo como um escultor, ao ver sua obra depredada!
Eu procurei por isso, na verdade. Nos recentes seis anos, me distanciei de qualquer coisa que pudesse me fazer sofrer, tal qual com o meu antigo relacionamento. Óbvio que não fiz votos de castidade, me dediquei ao celibato, ou alguma coisa do tipo. Me permiti furtivos romances, para que eu obtivesse a diversão necessária, e o sentimento de não ser sozinho. Alimentar o ego, me tornar parte integrante de uma sociedade que não aceita os que preferem se distanciar dele.
E aquela foto me fez lembrar do cortejo, do galanteio, da vontade de estar presente, manifestada em encontros noturnos, gatunos alimentados pela adrenalina, pela paixão, pelo novo. A sinceridade me interessava. O estar presente, descompromissado, também. Saber que os dois estavam ali, apenas correspondendo às vontades de ambos.
Mas as coisas mudaram... E eu não sou contra mudanças, de forma alguma, mas... Apenas gostaria que as mudanças viessem pra somar, e não subtrair. Afinal, do que adianta o "se falar" todos os dias, se o que eu quero não são palavras, e sim gestos? Do que vale o contato pela internet, se os cabos não sabem traduzir o que vem de dentro? Fotos? Não transmitem o calor o abraço.
Parece, apenas... Que todas essas coisas, hoje, têm importância apenas para um dos lados do barco. ACHO, que alguém se permitiu gostar demais, quando se encantou com o que viu, que parecia ser diferente dos outros. E esse alguém, fui eu!
E eu não quero julgar os sentimentos, as atitudes, os gestos alheios. Longe de mim... Eu só quero a correspondência do que eu sinto, da forma que era antes. E hoje, suas frases se tornaram meus carrascos, em um conflito que travei com o meu próprio eu.
"Ele não está a fim, irmã... Quando se quer, se arruma tempo, mesmo quando se está muito cansado, pergunta pra Elô... Tá complicado, mas mesmo assim, a gente arruma um jeito"
Sinto uma fisgada a cada vez que leio o que me foi escrito hoje. Cobrei presença... Uma, duas, três, várias vezes. Não obtive a consideração da ligação prometida, da explicação antes da cobrança, nada. Parei para refletir, com a dor. Tenho pavor de ser aquele tipo de mulher maníaca. Sempre tento dosar um pouco de cada coisa, pra que as coisas fluam leves, sem desprendimento demais, nem de menos.
Porém, parece que a fórmula mágica não têm funcionado! Mulheres que, como eu, prezam pelo bem estar alheio, acima de qualquer coisa... Que pensam, que consideram... Rs, só servem para parceiras, amigas. Ok, estou sendo injusta! Até aqui, muitos foram dispensados, apenas porque demonstraram interesse demais, na hora em que eu estava despreparada.
Hoje, eu me preparei. Me vesti com o meu eu interior, de antes. E ganhei uma punhalada, pra deixar de ser otária! Cobrei, e desisti, e sabe o que li? Que eu ando muito estressada...
Deve ser, pode ser... Mas eu aprendi, um dia, que quando um relacionamento se despe do "amor", e passa a machucar, ele já perdeu sua validade. E depois dessa semana, passei a considerar à prancha do navio. Pois os tubarões estão apenas obedecendo instintos... Os gatos, sempre cismam em brincar com a comida!
Toda uma casca, todo um trabalho psicológico, para que se criasse um sistema de auto-defesa, sobre não criar expectativas, para evitar prováveis frustrações, se desfazendo. Hoje, estou me sentindo como um escultor, ao ver sua obra depredada!
Eu procurei por isso, na verdade. Nos recentes seis anos, me distanciei de qualquer coisa que pudesse me fazer sofrer, tal qual com o meu antigo relacionamento. Óbvio que não fiz votos de castidade, me dediquei ao celibato, ou alguma coisa do tipo. Me permiti furtivos romances, para que eu obtivesse a diversão necessária, e o sentimento de não ser sozinho. Alimentar o ego, me tornar parte integrante de uma sociedade que não aceita os que preferem se distanciar dele.
E aquela foto me fez lembrar do cortejo, do galanteio, da vontade de estar presente, manifestada em encontros noturnos, gatunos alimentados pela adrenalina, pela paixão, pelo novo. A sinceridade me interessava. O estar presente, descompromissado, também. Saber que os dois estavam ali, apenas correspondendo às vontades de ambos.
Mas as coisas mudaram... E eu não sou contra mudanças, de forma alguma, mas... Apenas gostaria que as mudanças viessem pra somar, e não subtrair. Afinal, do que adianta o "se falar" todos os dias, se o que eu quero não são palavras, e sim gestos? Do que vale o contato pela internet, se os cabos não sabem traduzir o que vem de dentro? Fotos? Não transmitem o calor o abraço.
Parece, apenas... Que todas essas coisas, hoje, têm importância apenas para um dos lados do barco. ACHO, que alguém se permitiu gostar demais, quando se encantou com o que viu, que parecia ser diferente dos outros. E esse alguém, fui eu!
E eu não quero julgar os sentimentos, as atitudes, os gestos alheios. Longe de mim... Eu só quero a correspondência do que eu sinto, da forma que era antes. E hoje, suas frases se tornaram meus carrascos, em um conflito que travei com o meu próprio eu.
"Ele não está a fim, irmã... Quando se quer, se arruma tempo, mesmo quando se está muito cansado, pergunta pra Elô... Tá complicado, mas mesmo assim, a gente arruma um jeito"
Sinto uma fisgada a cada vez que leio o que me foi escrito hoje. Cobrei presença... Uma, duas, três, várias vezes. Não obtive a consideração da ligação prometida, da explicação antes da cobrança, nada. Parei para refletir, com a dor. Tenho pavor de ser aquele tipo de mulher maníaca. Sempre tento dosar um pouco de cada coisa, pra que as coisas fluam leves, sem desprendimento demais, nem de menos.
Porém, parece que a fórmula mágica não têm funcionado! Mulheres que, como eu, prezam pelo bem estar alheio, acima de qualquer coisa... Que pensam, que consideram... Rs, só servem para parceiras, amigas. Ok, estou sendo injusta! Até aqui, muitos foram dispensados, apenas porque demonstraram interesse demais, na hora em que eu estava despreparada.
Hoje, eu me preparei. Me vesti com o meu eu interior, de antes. E ganhei uma punhalada, pra deixar de ser otária! Cobrei, e desisti, e sabe o que li? Que eu ando muito estressada...
Deve ser, pode ser... Mas eu aprendi, um dia, que quando um relacionamento se despe do "amor", e passa a machucar, ele já perdeu sua validade. E depois dessa semana, passei a considerar à prancha do navio. Pois os tubarões estão apenas obedecendo instintos... Os gatos, sempre cismam em brincar com a comida!
Noite triste
Eu precisava vir. Hoje, acho que as únicas amigas que me entenderiam, eram as minhas palavras. Por dias, tenho me sufocado com tantas coisas que estão presas, e receio que muitas das coisas que eu venha qu, escrever, não façam sentido.
Sentido? Desabafar precisa ter sentido? Palavras precisam ter sentido? Desde quando?
E eu acho que eu estou, aos poucos, perdendo a minha sanidade, que já não é muita... Todo esse turbilhão, girando, girando, me fazendo perder o sono, perder os sentidos, a razão... E girando, girando, me fazendo enlouquecer um pouco mai, a cada vez que venho a pensar nos assuntos.
Fantasmas, fantasmas por todas as partes. Mais feios e obscuros do que as olheiras que preenchem o meu rosto. Não é possível! Eu realmente perdi o juízo, ou foi o mundo que se corrompeu demais.
Dor, dói, tá doendo, não quer parar! Estou doente, estou podre, por dentro! Por mais que dentro, pelo invisível aos olhos. Doendo, doente... Acho que relembrei as sensações adormecidas de suicida! Psicólogos, psiquiatras, alguém! Estou implorando por ajuda, por algum fio de luz, que me salve. E até a posição em que me encontro, no sofá, se torna incômoda.
Eu quero que pare, eu quero que pare!! Essas vozes, essas lembranças, esses fantasmas que insistem em gritar na minha cabeça!!! E a dor interna vem acompanhada da dor física!!! A dor de barriga, a dor de estômago. O enjoo... E eu só quer que pare!
Deus! Não é possível que isso seja só por causa de problemas de relacionamentos... Não é possível que seja apenas uma crise de insanidade, por pensar demais. E hoje, eu temo pela minha sanidade!!! O passado aqui, batendo à minha porta, assim como eu corro paro o banheiro.
Alguém faz parar!! Alguém? Eu estou aqui, com a casa cheia, mas sozinha! Ninguém vem ao meu encontro, ninguém vem me salvar. Estresse? O que? Tô é pagando com a minha língua, o preço de querer ser durona, quando sou apenas um ser frágil! Tô me sentindo um feto recém retirado do invólucro uterino, prematuramente! Não estou preparada para esse mundo, não estou!
As lágrimas caem, o coração aperta... Senhor, faz parar! E com o tempo, o resultado não vem, e eu perco até a minha fé! Onde Ele se esconde, quando a gente precisa? O que é a justiça Dele, quando filhos seus perecem, em Terra!
Alguém, pelo amor de QUALQUER COISA, faz parar!!!!
Os olhos inchados, vidrados, a boca seca, os enjoos, as tonturas... A insônia, me atacando, e eu me levanto com pressa, procurando berço, procurando fuga no meu "diário eletrônico". E penso se é bom ou ruim, estar aqui e não ter público pra assistir. Quantos teriam resposta? Quantos iriam rir? A desgraça alheia é sempre uma boa fatia para a comédia da vida. Amanhã, quem sabe, rir desse "desnorteio"... Mas hoje, não! Hoje eu só queria que alguém fizesse o meu cérebro parar! As vozes, os fantasmas, as dores... Alguém?!
Sentido? Desabafar precisa ter sentido? Palavras precisam ter sentido? Desde quando?
E eu acho que eu estou, aos poucos, perdendo a minha sanidade, que já não é muita... Todo esse turbilhão, girando, girando, me fazendo perder o sono, perder os sentidos, a razão... E girando, girando, me fazendo enlouquecer um pouco mai, a cada vez que venho a pensar nos assuntos.
Fantasmas, fantasmas por todas as partes. Mais feios e obscuros do que as olheiras que preenchem o meu rosto. Não é possível! Eu realmente perdi o juízo, ou foi o mundo que se corrompeu demais.
Dor, dói, tá doendo, não quer parar! Estou doente, estou podre, por dentro! Por mais que dentro, pelo invisível aos olhos. Doendo, doente... Acho que relembrei as sensações adormecidas de suicida! Psicólogos, psiquiatras, alguém! Estou implorando por ajuda, por algum fio de luz, que me salve. E até a posição em que me encontro, no sofá, se torna incômoda.
Eu quero que pare, eu quero que pare!! Essas vozes, essas lembranças, esses fantasmas que insistem em gritar na minha cabeça!!! E a dor interna vem acompanhada da dor física!!! A dor de barriga, a dor de estômago. O enjoo... E eu só quer que pare!
Deus! Não é possível que isso seja só por causa de problemas de relacionamentos... Não é possível que seja apenas uma crise de insanidade, por pensar demais. E hoje, eu temo pela minha sanidade!!! O passado aqui, batendo à minha porta, assim como eu corro paro o banheiro.
Alguém faz parar!! Alguém? Eu estou aqui, com a casa cheia, mas sozinha! Ninguém vem ao meu encontro, ninguém vem me salvar. Estresse? O que? Tô é pagando com a minha língua, o preço de querer ser durona, quando sou apenas um ser frágil! Tô me sentindo um feto recém retirado do invólucro uterino, prematuramente! Não estou preparada para esse mundo, não estou!
As lágrimas caem, o coração aperta... Senhor, faz parar! E com o tempo, o resultado não vem, e eu perco até a minha fé! Onde Ele se esconde, quando a gente precisa? O que é a justiça Dele, quando filhos seus perecem, em Terra!
Alguém, pelo amor de QUALQUER COISA, faz parar!!!!
Os olhos inchados, vidrados, a boca seca, os enjoos, as tonturas... A insônia, me atacando, e eu me levanto com pressa, procurando berço, procurando fuga no meu "diário eletrônico". E penso se é bom ou ruim, estar aqui e não ter público pra assistir. Quantos teriam resposta? Quantos iriam rir? A desgraça alheia é sempre uma boa fatia para a comédia da vida. Amanhã, quem sabe, rir desse "desnorteio"... Mas hoje, não! Hoje eu só queria que alguém fizesse o meu cérebro parar! As vozes, os fantasmas, as dores... Alguém?!
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