sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Como sempre, momentos de ausência!

E, vira e mexe, eu venho aqui, me desculpar pela ausência que ninguém dá falta...

Estou com grande vontade de voltar a escrever, porém, sem tempo, sem inspiração, sem estímulo. É, acho que falta aquela vontade arrebatadora de dar uma reviravolta na minha vida, ou um baque muito forte nas minhas estruturas, pra vir aqui. Infelizmente, sou do tipo de poetisa que escreve com a dor.

O que, em tese, seria muito bom pra mim, já que encontro-me ausente. Significa, automaticamente, que as coisas estão bem. Mas não queria que fosse assim.

Ando construindo personagens mentais, dos quais gostaria de tecer histórias, como já fiz anteriormente. Porém, quando chega pra colocar no papel, as palavras somem, as teorias, as previsões, tudo se torne turvo e incompreensível. Confuso!

Espero que essa maré de não inspiração passe logo, mesmo que seja apenas para registro pessoal!

Saudades - pequena consideração

Recentemente, li em uma das postagens da rede social "Facebook", a seguinte frase:

"A saudade só é bonita quando é a dos outros"

Eu, discordo. Saudades, realmente são bonitas, quando transformadas em versos, e poesia. Vivida, realmente, não é bonita para ninguém. Dói, machuca, e por mais que seja o sinal de que o passado tenha valido, tenha sido produtivo, aproveitado... Geralmente a saudade faz um mal danado!

Então, não adianta querer fazer com que esse sentimento se torne lindo, suave, aroma artificial brisa marinha soft plus master confort. Porque saudade boa, é saudade "morta". Aquela que você acaba de matar, com palavras, gestos, abraços e beijos.