Faço graça... Brinco e jogo com o poder que as palavras têm. A interpretação fica à cargo do receptor, mas manipular a reação e o impacto que essas palavras terão, com certeza é arte cedida por quem transmite a informação.
Adoro esse mundo de imagens fantasiadas, de esperanças criadas no mundo paralelo da imaginação, de manusear cenas criadas na mente de outrem, enquanto se enxerta de palavras novas as cabeças de humanos simples, incapazes de pensar por si ou apresentar opiniões próprias.
À esses seres, sinto muito... São seriamente suscetíveis às influências externas. Muito provavelmente não construiram identidade e personalidade próprias... E se nutrirão das informações das bocas demagogas.
Flastrona? Demagoga? Em que classe de mentes pensantes cabe a minha inspiração, eu não sei. As construções de uma mente furtivamente fértil é terreno onde homem nenhum pisa, e a intelectualidade corrompe os inteligentes, tornando sutíl a linha que separa a humildade da soberba.
Mas ainda gosto, me vanglorio, e vulgarizo a inteligência que me cabe. Gosto de fazer graça, e por vezes, me fazer de idiota. Comprovo que é muito mais fácil invadir os pensamentos alheios e persuadi-los do que grande parte das pessoas acham. Pena que esse é um segredo que poucos conhecem, pois essa grande parte é o alvo a se corromper por mentes como a minha.
Por fim, chego a conclusão que ser sensata não me basta. Preciso viajar em minhas digitações noturnas para que me prove que sou capaz de não me fazer entendida por essa maioria. Preciso fazer com que aconteça, com que se torne real, para então ter a plena certeza de que sim, posso ser uma idiota, que não acredita nas minhas próprias verdades, mas que não se corrompe pelas informações que o mundo cria, e que o que me influencia é justamente a confusão mental causada pelas filosofias traçadas por mim mesma, enquanto me julgo melhor que os outros.
Triste fim daquele que se julga, enquanto envenenado pela soberba, e não consegue enxergar que muito mais grave do que a doença da cegueira humana, é morrer isolado, como o morador nômade e solitário de uma ilha.
Por isso, imploro! Invadam a minha ilha... loteiem, separem, entrem em guerra... Não quero mais ser simplesmente a menina prodígio que assusta os seres que me cercam, admirada e temida... Quero que me entendam, mas isso quase nem eu consigo.
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
sábado, 4 de dezembro de 2010
Como chegar?
Estou em um momento complexo da minha vida, e claro, na maio parte das vezes, a complexidade feminina se resume em uma palavra: HOMEM!
Pensando no mundo lá fora, com o corpo preso dentro de casa. A mente viaja para lugares estranhamente desconhecidos à memória, apenas pelo prazer imaginativo de ver onde, quando e como. E como a mente trabalha.
Esta semana, imaginei imensos ou curtos diálogos, todos sempre ricos de esperança e favorecendo a minha estúpida vaidade. Querer é algo complicado, mas quando o objeto querido sabe do propósito e não se prontifica, nem vai à luta, as coisas ficam um pouco mais complicadas.
Vejamos, e serei bem direta: recaptulando alguns capítulos anteriores, e aí tudo fará sentido lógico, há alguns meses passei por uma situação complicada, com relação a uma pessoa especial, e uma amiga retardada mental... mas que eu amo desse jeito (não vou me expressar em nomes, ok?)
A criatura nefasta da minha amiga entregou pra essa pessoa que eu estava a fim de uma atenção mais... especial, digamos assim. Em contrapartida, essa pessoa apenas expressou a seguinte conclusão: "Poxa, eu ainda estou enrolado com a minha ex".
Ok... Agora vamos aos "poréns": O que a pessoa quis dizer com isso??? Dentre os comentários feitos sobre o assunto, algumas suposições foram feitas.
A primeira é a hipótese de que ele tenha usado a ex como um pretexto para dar um "toco" educadinho, não ferir ninguém, e ainda se sair bem na história.
A segunda, todavia, diz que ele poderia ter poupado a minha pessoa de uma ilusão maior, uma vez que ele realmente estivesse envolvido emocionalmente com a sua parceira não formalizada.
Há também questionamentos sobre ele estar interessado, mas ainda em um relacionamento com a ex, não querer machucar ambos os lados.
A verdade é que eu, graças ao meu bom Deus, nasci mulher, e mulher complica muito as coisas... Uma simples frase virou quase um enigma da esfinge. E eu não sei exatamente o que esse enigma quis dizer, mas estou tentando decifrar.
Ai é que vem o problema maior - desde que eu me encontrei como ré confessa, não tive muitas oportunidades de conversar sobre esse assunto, e confesso que nem muita coragem. Não sei como poderia abordar o assunto, sem parecer a desesperada, mas também mostrando que eu estou realmente interessada nessa pessoa. Como ser destemida e chegar sem parecer vulgar? O que eu deveria fazer realmente?
Já passou várias vezes na minha mente um milhão de atitudes prováveis, mas sem pensar nas consequências. Como eu mesma disse, as situações imaginárias sempre acabam por me favorecer, e isso não é legal. Sim, porque uma vez que eu tome um toco, agora de verdade, seria uma situação bem frustrante.
Mas tudo bem, enquanto isso, vou remoendo as minhas dúvidas durantes os dias que se passam, imaginando qual seria a melhor forma de tocá-lo.
Boa noite!
Pensando no mundo lá fora, com o corpo preso dentro de casa. A mente viaja para lugares estranhamente desconhecidos à memória, apenas pelo prazer imaginativo de ver onde, quando e como. E como a mente trabalha.
Esta semana, imaginei imensos ou curtos diálogos, todos sempre ricos de esperança e favorecendo a minha estúpida vaidade. Querer é algo complicado, mas quando o objeto querido sabe do propósito e não se prontifica, nem vai à luta, as coisas ficam um pouco mais complicadas.
Vejamos, e serei bem direta: recaptulando alguns capítulos anteriores, e aí tudo fará sentido lógico, há alguns meses passei por uma situação complicada, com relação a uma pessoa especial, e uma amiga retardada mental... mas que eu amo desse jeito (não vou me expressar em nomes, ok?)
A criatura nefasta da minha amiga entregou pra essa pessoa que eu estava a fim de uma atenção mais... especial, digamos assim. Em contrapartida, essa pessoa apenas expressou a seguinte conclusão: "Poxa, eu ainda estou enrolado com a minha ex".
Ok... Agora vamos aos "poréns": O que a pessoa quis dizer com isso??? Dentre os comentários feitos sobre o assunto, algumas suposições foram feitas.
A primeira é a hipótese de que ele tenha usado a ex como um pretexto para dar um "toco" educadinho, não ferir ninguém, e ainda se sair bem na história.
A segunda, todavia, diz que ele poderia ter poupado a minha pessoa de uma ilusão maior, uma vez que ele realmente estivesse envolvido emocionalmente com a sua parceira não formalizada.
Há também questionamentos sobre ele estar interessado, mas ainda em um relacionamento com a ex, não querer machucar ambos os lados.
A verdade é que eu, graças ao meu bom Deus, nasci mulher, e mulher complica muito as coisas... Uma simples frase virou quase um enigma da esfinge. E eu não sei exatamente o que esse enigma quis dizer, mas estou tentando decifrar.
Ai é que vem o problema maior - desde que eu me encontrei como ré confessa, não tive muitas oportunidades de conversar sobre esse assunto, e confesso que nem muita coragem. Não sei como poderia abordar o assunto, sem parecer a desesperada, mas também mostrando que eu estou realmente interessada nessa pessoa. Como ser destemida e chegar sem parecer vulgar? O que eu deveria fazer realmente?
Já passou várias vezes na minha mente um milhão de atitudes prováveis, mas sem pensar nas consequências. Como eu mesma disse, as situações imaginárias sempre acabam por me favorecer, e isso não é legal. Sim, porque uma vez que eu tome um toco, agora de verdade, seria uma situação bem frustrante.
Mas tudo bem, enquanto isso, vou remoendo as minhas dúvidas durantes os dias que se passam, imaginando qual seria a melhor forma de tocá-lo.
Boa noite!
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