Estou em um momento complexo da minha vida, e claro, na maio parte das vezes, a complexidade feminina se resume em uma palavra: HOMEM!
Pensando no mundo lá fora, com o corpo preso dentro de casa. A mente viaja para lugares estranhamente desconhecidos à memória, apenas pelo prazer imaginativo de ver onde, quando e como. E como a mente trabalha.
Esta semana, imaginei imensos ou curtos diálogos, todos sempre ricos de esperança e favorecendo a minha estúpida vaidade. Querer é algo complicado, mas quando o objeto querido sabe do propósito e não se prontifica, nem vai à luta, as coisas ficam um pouco mais complicadas.
Vejamos, e serei bem direta: recaptulando alguns capítulos anteriores, e aí tudo fará sentido lógico, há alguns meses passei por uma situação complicada, com relação a uma pessoa especial, e uma amiga retardada mental... mas que eu amo desse jeito (não vou me expressar em nomes, ok?)
A criatura nefasta da minha amiga entregou pra essa pessoa que eu estava a fim de uma atenção mais... especial, digamos assim. Em contrapartida, essa pessoa apenas expressou a seguinte conclusão: "Poxa, eu ainda estou enrolado com a minha ex".
Ok... Agora vamos aos "poréns": O que a pessoa quis dizer com isso??? Dentre os comentários feitos sobre o assunto, algumas suposições foram feitas.
A primeira é a hipótese de que ele tenha usado a ex como um pretexto para dar um "toco" educadinho, não ferir ninguém, e ainda se sair bem na história.
A segunda, todavia, diz que ele poderia ter poupado a minha pessoa de uma ilusão maior, uma vez que ele realmente estivesse envolvido emocionalmente com a sua parceira não formalizada.
Há também questionamentos sobre ele estar interessado, mas ainda em um relacionamento com a ex, não querer machucar ambos os lados.
A verdade é que eu, graças ao meu bom Deus, nasci mulher, e mulher complica muito as coisas... Uma simples frase virou quase um enigma da esfinge. E eu não sei exatamente o que esse enigma quis dizer, mas estou tentando decifrar.
Ai é que vem o problema maior - desde que eu me encontrei como ré confessa, não tive muitas oportunidades de conversar sobre esse assunto, e confesso que nem muita coragem. Não sei como poderia abordar o assunto, sem parecer a desesperada, mas também mostrando que eu estou realmente interessada nessa pessoa. Como ser destemida e chegar sem parecer vulgar? O que eu deveria fazer realmente?
Já passou várias vezes na minha mente um milhão de atitudes prováveis, mas sem pensar nas consequências. Como eu mesma disse, as situações imaginárias sempre acabam por me favorecer, e isso não é legal. Sim, porque uma vez que eu tome um toco, agora de verdade, seria uma situação bem frustrante.
Mas tudo bem, enquanto isso, vou remoendo as minhas dúvidas durantes os dias que se passam, imaginando qual seria a melhor forma de tocá-lo.
Boa noite!
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