sexta-feira, 27 de abril de 2012

Diário de bordo sem diário

Dois dias antes, e a ansiedade era tanta que influenciava a quantidade de horas dormidas. Aliás, eu nem sei exatamente quanto tempo eu consegui dormir durante aqueles dias de expectativa. E creio eu que o mesmo se passou com a minha companheira de aventura.


No dia da viagem, o cansaço era visível. Mesmo assim, a empolgação nos mantinha de pé, como guerreiras em batalha, a fim de chegar logo ao destino da próxima conquista. Tudo era muito novo, e a novidade excita e faz circular a adrenalina por entre as veias. E assim, saímos do Aeroporto Santos Dumont em direção a Congonhas, aguardando o voo ao Panamá. 


Algumas boas horas de espera se passaram, suficientes para o lanche, a farmácia, o banheiro e o fumódromo serem visitados alguns pares de vezes. E na hora do embarque, eis que estamos todos dentro do avião, quando vem a notícia, de dentro da cabine do piloto: "A aeronave precisa de alguns reparos...". Saem então, todos os passageiros e ficamos na sala de embarque por mais algum tempo. Maldito Dramin! Já não conseguia mais lutar contra o meu sono, que misturava cansaço e dopagem. A luta ficou séria... Fui comer uns alfajores Havanna, pra distrair e abstrair o sono. E foi o que me manteve em estado de "semi-letargia". Duas horas e meia depois, foi solicitada nova entrada ao avião, e então... Decolamos! 
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Acordei com o café da manhã sendo servido, e eu sem a mínima vontade de comer! Tinha me entupido de Alfajor e sanduíche natural no aeroporto. Fechei meus olhos e desfrutei de mais um pouco do sono forçado que o Dramin me proporcionou. 
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A janela aberta do avião fazia com que a luz do sol viesse de encontro diretamente ao meu rosto. Repensei minha preferência por assentos na janelinha, até baixar meus olhos à vista privilegiada. De lá de cima eu já conseguia ver a região costeira do Panamá, com heranças que o mar Caribenho lhe oferecera. Um encanto tomou conta, e aquela sensação de "será possível que isso está acontecendo?". A mentalidade de uma recém saída de seu país nunca mais voltaria a ser a mesma. Mesmo!


Enfim, Panamá! Nada de sair do aeroporto!!! O tempo que se teria anteriormente pra dar uma voltinha foi prejudicado pelo atraso do avião. Então, é banheiro e fila! E que banheiro??? E que fila!!!


O Free Shop do Aeroporto Internacional do Panamá é bem servido, de todas as coisas e coisas que vocês possam imaginar! Mas o que eles aproveitaram de comércio, deixaram de atender às necessidades fisiológicas dos clientes! Dois banheiros hiper pequenos, com alguns "boxes" em manutenção, o que diminuía ainda mais a oferta. Uma fila imensa de mulheres e crianças. Resolvi deixar pra lá e ir ao banheiro no avião. Fui para a fila de embarque e... MAIS UMA FILA! Era um voo recheado de pessoas que fariam conexão em Cidade do México ou destinadas ao local. QUE FILA!


Enfim, dentro do avião, encarar mais algumas horas de voo!!! Que totalizavam SÓ umas doze horas no ar. E sim, em classe econômica, esse período não é muito legal não. Rsrs


Dá-lhe o Dramin trabalhando de novo! Mas dessa vez, só dentro do avião, com ele já no ar! E lá fomos nós para o próximo destino, o mais esperado daqueles dois dias: Cidade do México!

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Relação doentia

De vez em quando, me pego bisbilhotando seus passos, sua vida, seu facebook...
E me lembro de como você consegue atiçar o meu ódio. Reflito!
Que relação doentia essa a nossa... Melhor pararmos por aqui!
E eu sei que, no fim das contas, eu tenho a razão em minhas palavras, mas sempre volto atrás.
Que relação doentia essa a minha!

domingo, 8 de abril de 2012

Reflexões

Os sonhos foram feitos para realizar aquilo que, na vida real, julgamos impossível de acontecer.
Projeções, projeções. É tornar a crer que o impossível é só uma questão de opinião!